“Cada geração precisa de uma revolução."

Thomas Jefferson

Banda internacional, formada em Dublin (Irlanda) em 2008, é composta por James Spalding, Irlandês, no vocal e guitarra, Ricardo Borgmann de Brasília no trompete, Bruno Nery da Bahia no vocal e cajon, Brunno Ogibowski de Santa Catarina na guitarra base e Alexandre Cesário de São Paulo na percussão e beatbox.

A música é um mergulho no jazz, reggae roots, funk, soul, samba rock e na poética bossa nova. Além das musicas próprias, no repertório encontramos releituras musicais de Herbie Hancock, Tim Maia, Bob Marley, Tom Jobim, Fela Kuti, Jorge Ben, uma salada musical sofisticada e ousada.

O intuito do grupo é através da música e do seu balaço conectar-se ao maior número de pessoas para vibrar na mesma freqüência de positividade.

O nome da banda vem do conceito de revolução do amor.


16.4.10

Segundo afirma o milenar livro de Dzyan “A aparição e o desparecimento de Mundos, é como o fluxo e o refluxo das marés”, e assim também como existem centenas de formas de vida nesse nosso planeta, assim também existe muita vida surgindo e desaparecendo nesse grande universo, e essa humanidade que caminha junto hoje é apenas mais um degrau na escada de evolução universal.

Todas as coisas estão unidas, nós a esse planeta, esse planeta à esse sistema solar e a essa galáxia, e tudo trabalha de forma sincrônica, obedecendo à forma cíclica de manifestação e destruição, isso é puramente normal no esquema da natureza, basta observar que nada existe para sempre, mas podemos com nossas atitudes atrasar ou acelerar esse processo, parafraseando o estóico Marco Aurélio: “Existem coisas que dependem de nós e outras que não dependem de nós”, é nossa responsabilidade saber que aceleramos ou atrasamos esse processo, assim como cuidamos de nossa saúde pessoal, do nosso veículo o corpo, é nosso dever saber cuidar da saúde de nossa nave, o nosso planeta para que possamos aproveitar a viagem pela existência de forma inteligente, assim vamos usufruir de forma consciente dessa expressão de vida que nos foi dada, e evoluímos.

Assim como várias doenças surgem em nosso corpo pelo mau uso dele, assim o planeta sente os efeitos do mau uso dos recursos da natureza, o planeta é como um corpo vivo onde a natureza sempre prevalece. A nossa distancia do sol e da lua favorece os processos naturais de diversas formas; por pior que seja a destruição que a terra passe, por cima do asfalto rachado e abaixo de toda a lama podre que deixemos, as formas de vida eclodem e se manifestam, a nossa forma de vida como conhecemos hoje em diversos momentos já teve sua oportunidade de manifestação e se autodestruiu. A humanidade já teve diversos desaparecimentos e ressurgimentos, a nossa consciência já se plasmou nesse planeta sob diversas formas e é mais antiga do que a ciência supõe. Nessa fase seria importante preparar as nossas almas para que possamos aprender a viver de uma forma mais natural, porém elevada; de forma simples, porém inteligente. Devemos aprender que a felicidade está nas pequenas coisas, é preciso saber cultivar e apreciar essas coisas, conseguir sair da escravidão do mundo materialista e do “american-life-stile” imposto e parar de alimentar essa máquina que consome o mundo. Encontrar sua vocação, encontrar sua forma de arte, e desenvolvê-la de coração e com estratégia, trabalhando interna e externamente é a uma trilha iniciática.

Encontrar sua função nesse universo é como descobrir a chama de fogo que pode acender a chama de todas as pessoas que toca, desde que escolhamos alegremente o caminho luminoso.

É preciso saber que não somos escravos dessa máquina que apenas consome o universo para satisfazer unicamente os intintos, é preciso aprender que somos seres em uma cruzada espiritual, que nossa existência é mais uma oportunidade que temos.
A personalidade que possuímos hoje é apenas mais uma para cumprir a nossa missão, nosso dever é mantê-la organizada para que consiga usar de tudo que possui para sua tarefa, Ela inevitavelmente ela morrerá, mas apesar disso Você continuará vivendo e retornando uma e mil vezes, e terá cada vez mais beleza, bondade, justiça e amor conforme cultiva em suas oportunidades de existência, pelo seu esforço e pelo esforço de todos os homens bons da terra.

Ricardo Borgmann – Filósofo trompetista

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História - Nosso Caminhar...

A historia dos guerreiros começou em uma ilha mágica Irlanda, a Ilha da magia dos celtas e dos Vikings, la desenvolveram semanalmente projetos de difusão da cultura e música brasileira e projeto de consciência ambiental em um dos maiores festivais sustentáveis da Europa, o Eletric Picnic na Irlanda.

Em abril o grupo adquiriu Perséphone, a Kombi 1994. O objetivo da aquisição dentro do conceito ReLOVEution é compilar a Kombi num estúdio móvel de gravação, edição de material audiovisual e mural itinerante, agregando cada vez mais valores artístico-culturais ao meio de transporte.

Os ReLOVEutionarios pretendem assim disseminar em suas turnês arte, cultura e sustentabilidade utilizando-se de Perséphone como uma de suas principais ferramentas.

De abril a Junho adotaram a capital do Brasil como base e moram no Instituto Aldeia Nova Terra.

No intuito de transformá-lo em um centro de arte e cultura auto-sustentável.

Em junho de 2010 foram convidados pela Petrobrás para participar do projeto Sala de Reboco no maior São João do Brasil, em Amargosa, Bahia, surpreendendo o público e os críticos com o forró-jazz. Foram dez dias de festa e os reloveutionários se surpreenderam com a grandeza e a qualidade organizacional e artística da festa que movimentou cerca de de 150 mil turistas contando mais com os seus 45 mil habitantes.

Depois da aparição no interior da Bahia os guerreiros seguiram viagem e estão em Salvador para desenvolver projetos no Galpão cheio de assunto de Peu Meurray, percussionista, cantor, compositor a ativista social e ecológico. Peu Meurray lançou com parceiros seu CD com musicas próprias e em seu histórico tem anos de trabalho com Mariza Monte, Chico Cezar e outros da cena nacional e internacional. Agora com morada em Salvador, realizaram projetos com Peu Meuray na Chapada Diamantina, capão e Lençois e na casa de Show em Salvador Tom do Sabor. A viagem continua e após retornarem da turnê de ano novo em Morro de São Paulo, onde tocaram duas noite no Hotel Karapitangui e uma no Patachocas a banda continua no Projeto Verão, Sushi com Jazz no Sushi Maki, todas as sextas, sábados e domigos.